quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Carnaval de Salvador tem palco do rock com atrações de todo o país

Evento comemora 20 anos de existência no folia baiana; veja programação.

Cantor Andre Matos é a principal atração desta edição de 2014.

Gabriel GonçalvesDo G1 BA

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André Matos aproveitou o APR para lançar disco novo, o "The Turn of the Lights". (Foto: Diego Moraes / G1)Andre Matos é a atração mais aguardada do Palco do Rock 2014. (Foto: Diego Moraes / G1)
Há 20 anos “salvando a vida” dos fãs de rock de Salvador no período do carnaval, o Palco do Rock teve a grade de atrações para 2014 divulgada. Serão quatro dias de festa no palco montado no coqueiral de Piatã, na Orla da cidade, com atrações da capital e interior baiano, e de outros estados.
O grande destaque da edição deste ano fica por conta da banda solo do cantor André Matos, conhecido mundialmente tanto por sua carreira solo, quanto por seus trabalhos com as bandas Viper, Angra e Shaman. André Matos será a única atração do evento a se apresentar por duas horas (todos os outros artistas terão uma hora de show).
Marcado para começar no dia 1º de março, o Palco do Rock 2014 conta ainda com um espaço interativo com lojas e lanchonetes, um espaço infantil com brinquedos, atividades, filmes e área para descanso, onde os pais roqueiros podem deixar os filhos,além de uma área para camping, tradicionalmente ocupada por fãs de todo o Brasil. O evento é gratuito.

Confira abaixo a grade atrações:
01/03 – Sábado
19h – Not Names (Catú-Ba)
20h – Jato Invisível (Salvador-Ba)
21h – Batalha Cênica (Salvador-Ba)
22h – Guga Canibal (Salvador-Ba)
23h – Pastel de Miolos (Lauro de Freitas-Ba)
24h – Veuliah (Salvador-Ba)
01h – Voodoo Priest (São Paulo-SP)
02h – Overturn (Salvador-Ba)
02/03 - Domingo
19h – Papo Reto (Feira de Santana-Ba)
20h – Circo de Marvin (Salvador-Ba)
21h – Desrroche (Salvador-Ba)
22h – Agressivos (Salvador-Ba)
23h – Mercy Killing (Curitiba-Pr e Salvador-Ba)
24h – Korzus (São Paulo-SP)
01h – Behaviour (Salvador-Ba)
02h – Rosa Tattoada (Porto Alegre-RS)
03/02 – Segunda
19h – Hextor (Salvador-Ba)
20h – Ricardo Primata (Salvador-Ba)
21h – Pancreas (Salvador-Ba)
22h – Acanon (Salvador-Ba)
23h – Headhunter (Salvador-Ba)
24h – Andre Matos (São Paulo-SP): Show especial com duas horas de duração
02h – Batrákia (Salvador-Ba)
04/03 – Terça
19h – Mike Solta o Verbo (Salvador-Ba)
20h – Manifester (Salvador-Ba)
21h – Act of Revenge (Salvador-Ba)
22h – Síncope (Salvador-Ba)
23h – Blessed in Fire (Salvador-Ba)
24h – Garotos Podres (São Paulo-SP)
01h – Tierramystica (Porto Alegre-RS)
02h – Overdose Alcoólica (Salvador-Ba)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Bloody Violence: lançada música inédita para audição

Via Wiplash
A banda BLOODY VIOLENCE lançou recentemente para audição, no seu canal no YouTube, a música “Born to Squirm”, que faz parte do seu primeiro trabalho de estúdio, o EP “Obliterate”.
“Obliterate” será lançado no seu formato físico através da parceria entre os selos Eternal Hatred Records e Cianeto Discos, no próximo mês de fevereiro de 2014.
Track List:
01. Piece of shit
02. Born to Squirm
03. Purge
Para mais informações sobre as atividades da banda BLOODY VIOLENCE e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.


Fonte: Bloody Violence: lançada música inédita para audição http://whiplash.net/materias/news_818/197154-bloodyviolence.html#.Uu_Q0z1dXm5#ixzz2sI5FtOAX

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Mostra de Rock Progressivo recebe maior banda italiana do gênero no RJ

Premiata Forneria Marconi se apresenta neste sábado (1º) ao lado do CCBB. Criada em 1970, a banda é referência no rock progressivo italiano.



Via G1

Em seu último final de semana, a Mostra Internacional de Rock Progressivo terá um de seus shows mais importantes. A banda italiana Premiata Forneria Marconi se apresentará neste sábado (1º) às 21h na Tenda CCBB, ao lado do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.
De acordo com o comentarista de cultura doEstúdio i João Paulo Cuenca, a PFM é uma das expoentes do rock progressivo italiano. "A Premiatta é uma das mais importantes bandas e certamente a mais importante banda de rock progressivo da Itália. É o primeiro conjunto de rock a chegar ao número um nas paradas da Itália, a primeira banda de rock número 1 da Itália que fez turnê nos Estados Unidos", afirma.
Em uma contextualização sobre o gênero musical, Cuenca explica que o rock progressivo surgiu como alternativa à cena hippie da época. "Foi uma coisa que aconteceu no início dos anos 1970 quando as pessoas já estavam meio de saco cheio dos hippies, do paz e amor, e estavam consumindo algumas substâncias psicodélicas", destaca.
O comentarista de cultura aponta que as bandas de rock progressivo experimentaram um novo jeito de fazer música. Nesse formato, os conjuntos utilizam mais instrumentos e não se preocupam tanto com a duração das canções. "Eles começaram a ultrapassar o formato da música. Até então, a canção no rock era composta de baixo, guitarra, bateria, refrão e estrofe, e costumavam durar entre três e quatro minutos. As bandas de rock progressivo começaram a compor músicas muito mais longas, de até 50 minutos", define.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Após shows no Rock in Rio, Avenged Sevenfold volta ao Brasil em março

Banda se apresenta em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Porto Alegre


Via UOL/R7

O Avenged Sevenfold retornará ao Brasil para série de shows no mês de março em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.
Com a turnê do álbum "Hail to the King", de 2013, a banda se apresenta em São Paulo, no Espaço das Américas, no dia 12; no Rio de Janeiro, na HSBC Arena, no dia 14; em Brasília, no dia 16; em Curitiba, no Masterhall, no dia 19;  em Porto Alegre, no Pepsi on Stage, no dia 21.
Os ingressos começam a ser vendidos no dia 5 de fevereiro para o show de São Paulo, 7 de fevereiro para o show no Rio, 10 de fevereiro para os shows em Curitiba e Porto Alegre. Ainda não informações sobre a comercialização de entradas para a apresentação em Brasília.
Em sua última passagem pelo Brasil, a banda se apresentou no dia do metal da edição de 2013 do Rock in Rio e em entrevista ao UOL concedida naquela época,elogiou os fãs brasileiros.
São Paulo
Quando: 12 de março
Onde: Espaço das Américas
Vendas a partir de 5 de fevereiro
Informações: www.livepass.com.br
Rio de Janeiro
Quando: 14 de março
Onde: Hsbc Arena
Vendas a partir de 7 de fevereiro
Informações: www.livepass.com.br
Brasília
Data: 16 de março
Informações em breve
Curitiba
Quando: 19 de março
Onde: Masterhall
Vendas a partir de 10 de fevereiro
Informações: www.diskingressos.com.br
Porto Alegre
Quando: 21 de março
Onde: Pepsi on Stage
Vendas a partir de 10 de fevereiro
Informações: www.blueticket.com.br

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Líder da Shadowside é eleita a melhor vocalista do rock em 2013

A santista Dani Nolden, considerada uma das divas do heavy metal mundial, agradeceu aos fãs pelo resultado da votação

Via Diário do Litoral

Eleita pela terceira vez consecutiva a melhor vocalista feminina de rock/metal do Brasil, Dani Nolden é considerada pelos fãs uma das divas do heavy metal mundial. Há mais de 10 anos, ela comanda a banda Shadowside, um dos principais nomes da música pesada nacional e que já dividiu palco com ícones como Iron Maiden, Nightwish, Helloween, Gamma Ray, W.A.S.P., Sepultura, Queensrÿche, entre outros.
Após realizar longa e bem-sucedida turnê europeia e vários shows pelo Brasil no ano passado, a cantora foi escolhida a melhor vocalista feminina de rock/metal em 2013, pelo Whiplash!, maior portal especializado da América Latina com mais 8 milhões de acessos/mês.
“Não tenho palavras pra agradecer por esse resultado, por todo o apoio, pelas mensagens que estou recebendo... foi uma votação popular e foi o público que me escolheu! A todos os fãs, profissionais que trabalham comigo, amigos e pessoas próximas, aos meus colegas de banda, tanto da Shadowside como do Sphaera Rock Orchestra, deixo minha gratidão por me apoiarem, por me incentivarem, por me fazerem crescer como cantora e como pessoa. Esse resultado é fruto de muito trabalho, é claro, porém não aconteceria sem todos vocês. Muito obrigada por tudo!”, declarou a frontwoman.
Dani Nolden é considerada uma das vozes mais poderosas do heavy metal mundial (Foto: Costábile Salzano Jr/The Ultimate Music – PR)
Dani Nolden é considerada uma das vozes mais poderosas do heavy metal mundial (Foto: Costábile Salzano Jr/The Ultimate Music – PR)

Nesta enquete, a Shadowside concorreu em todas as categorias as quais poderia participar e conquistou as seguintes colocações:
Melhor Banda Nacional: Shadowside – 7° lugar
Melhor Vocalista Feminina Nacional: Dani Nolden – 1° lugar
Melhor Guitarrista Nacional: Raphael Mattos – 15° lugar
Melhor Baixista Nacional: Fabio Carito – 6° lugar
Melhor Baterista Nacional: Fabio Buitvidas – 9° lugar

A lista completa, com todas as categorias, está disponível aqui.
Neste momento, a Shadowside segue a turnê promocional de "Inner Monster Out", considerado um dos discos mais importantes na história do heavy metal nacional pela revista Roadie Crew.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Jovem atribui gravidez à gravação de rock em A Fita Azul

Via Diario do Grande ABC/Estadão

Rebecca Thomas criou-se numa família de mórmons, mas não como os que retrata em A Fita Azul, seu filme em cartaz nos cinemas do Brasil. Tinham telefone, fax. Não negavam a tecnologia. De uma maneira que nem ela sabe explicar direito, foi para Los Angeles, porque queria contar histórias, e percebeu que o cinema seria sua mídia. Com A Fita Azul, ela fez sucesso no Sundance Festival. O público de lá adorou seu filme e A Fita Azul - Electric Children, no original - foi vendido para todo o mundo, incluindo o Brasil.
A história é inusitada, para dizer-se o mínimo. Uma garota mórmon engravida e atribui o fato à fita do título, um registro de rock (and roll). Naturalmente que todo mundo ironiza o fato, mas garota insiste na sua versão. E parte para Las Vegas, a capital do jogo nos EUA, em busca da voz responsável por sua gravidez. Como se conta uma história dessas? "Acreditando no inesperado e no maravilhoso", diz a própria Rebecca numa entrevista por telefone.
entrevista foi realizada durante a Mostra de Tiradentes, onde os filmes, autorais e de "processo" são difíceis de enquadrar num só gênero. O filme de Rebecca também dá a impressão de trafegar por diversos gêneros. Documentário, comédia, drama. Ela prefere condensar tudo isso numa só palavra - "fábula". Diz que A Fita Azul é uma fábula moderna. "O espectador tem de aceitar certas coisas que nunca encarei como inverossímeis, ou impossíveis. Foi minha maior dificuldade durante toda a realização. Esse filme necessita de um tom, e eu pensava - será que estou contando minha história da maneira correta? No limite, descobri que o que eu necessitava era da cumplicidade do espectador, que ele entrasse no clima. Parei de me preocupar e fiz o filme como achava que deveria ser, achando que talvez encontraria meu público, o público que esse filme exige. Sundance foi muito importante porque descobri que havia público para meu filme. Fui depois a Berlim, e uma plateia completamente diferente também entrou no clima."
Sem nouvelle vague, e ambientado num universo mais particular - talvez -, A Fita Azul tem alguma coisa do clima de Frances Ha, o longa de Noah Bambauch, que tanto sucesso fez nos cinemas brasileiros. O fato de trabalhar com a repressão - e conceitos religiosos - pode ser que não torne tão atraente para o público mais descolado, mas essa história toda tem certo encanto. Ele passa pela atriz Julia Garner, que faz o papel, assim como o encanto de Frances depende muito da adesão do público à atriz e roteirista Greta Gerwig. "Tinha consciência de que meu filme dependia muito da escolha da atriz, e por isso fui rigorosa", conta Rebecca.
Depois de muitos testes - centenas -, ela chegou a Julia Garner. "Ela é o oposto da minha personagem. É judia, nova-iorquina, cosmopolita. Como uma pessoa assim pode encarnar uma interiorana ingênua e crédula? É um dos mistérios da arte. O fato de um ator, ou uma atriz, poder fazer uma personagem que lhe seja tão diversa. Julia me surpreendeu o tempo todo. Quando eu ia lhe dizer uma coisa, ela já tinha sacado tudo sobre a personagem. Acho que faço cinema para trabalhar com atores, com gente. Se não existe adesão, entrega, o filme não acontece."
O sucesso de A Fita Azul abriu portas para Rebecca Thomas. Agora mesmo, ela estuda, entre tantos ofertas, qual vai aceitar (e fazer).
Algumas ideias incluem TV. Na contramão do discurso que considera a TV mais criativa que o cinema nos EUA da atualidade, Rebecca não se interessa. "A TV é muito industrial, muito rápida. Enquanto puder, vou querer fazer cinema. Foi o cinema que me fez ter vontade de fazer filmes. Quero continuar fiel à minha primeira paixão."
A FITA AZUL - Título original: Electrick Children. Direção: Rebecca Thomas. Gênero: Drama. (EUA, 2012; 96 min.)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.