sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Stratovarius: ouça a nova música, "Halcyon Days"



Uma nova faixa do álbum “Nemesis” já está disponível para streaming. O novo CD deve ser lançado em 26 de fevereiro na América do Norte pela Eagle Rock’s Armoury Records e em 22 de fevereiro na Europa pela earMUSIC. Haverá uma versão normal com 11 faixas, e uma versão especial com duas músicas bônus.



Nemesis tracklist:

01. Abandon
02. Unbreakable
03. Stand My Ground
04. Halcyon Days
05. Fantasy
06. Out Of The Fog
07. Castles In The Air
08. Dragons
09. One Must Fall
10. If The Story Is Over
11. Nemesis

Fonte: Whiplash 

BRASIL - Aeroporto internacional no Piauí não recebe voos regulares há 13 anos


Terminal para 100 mil passageiros ao ano recebeu 2.828 pessoas em 2012.
Com custo mensal de R$ 320 mil, base com a maior pista do PI dá prejuízo

O Aeroporto Internacional Prefeito Dr. João Silva Filho, em Parnaíba (PI), a 350 km da capital Teresina, não tem voo comercial regular há 13 anos. Com infraestrutura para receber até 100 mil pessoas anualmente, o terminal teve movimento de apenas 2.828 passageiros de voos privados e de táxi aéreo em 2012, com média de 3,6 operações diárias, segundo dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o espaço desde 2004.

O custo mensal de manutenção é de R$ 320 mil, e o aeroporto registrou prejuízo de R$ 1,16 milhão de janeiro a novembro de 2012. A Infraero afirma que são necessários voos regulares para evitar o déficit, embora faça parte da estratégia de desenvolvimento da aviação regional sustentar locais que operam no vermelho – e que "precisam existir" – com verba arrecadada de terminais que dão lucro.

Construído na década de 1970, quando era usado na exportação de produtos agropecuários para a Europa, o aeroporto tem localização turística estratégica: fica entre o litoral do Ceará e os Lençóis Maranhenses. A distância para a praia de Jericoacoara (CE), por exemplo, é de 270 km, inferior aos 297 km que turistas precisam percorrer vindos de Fortaleza (CE). Até a Praia de Atalaia (PI), são apenas 13,9 km, distância muito menor que os 339 km de Teresina (PI) até o ponto turístico (veja algumas distâncias na tabela ao lado). Mesmo assim, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz não ter qualquer pedido de voo regular para a cidade.

"Nos anos 80 e 90, grandes empresas tinham voos nacionais com destino ou origem em Parnaíba. Como aeronaves mais modernas passaram a ser aplicadas nos últimos anos, as companhias deixaram de operar aqui. Infelizmente, nosso fluxo hoje é só de táxi aéreo, helicópteros e pequenos aviões privados e jatos, a maioria de políticos, empresários ou turistas", afirma Celso Lara Vital, gerente de operações da Infraero em Parnaíba.

Procuradas pelo G1, as companhias Azul e Trip disseram que novos destinos possíveis estão sendo avaliados, mas que não há previsão sobre o início de operações em Parnaíba. A Gol não quis falar sobre o tema e apenas informou que, "como uma empresa competitiva, está sempre avaliando oportunidades que agreguem valor ao negócio". A TAM disse que não tem interesse em operar no local. Já a Passaredo não se manifestou.

A Avianca disse que trabalha com aviões grandes, como Airbus, que não teriam condições de operar no local. O último voo comercial regular feito no aeroporto, em 2000, foi da Ocean Air, comprada pela Avianca. A assessoria de imprensa da empresa não conseguiu dizer por que as operações foram suspensas na época e qual era o destino do voo.

"Temos recebido consultas de empresas de aviação regional interessadas em conhecer a infraestrutura do aeroporto, mas ainda não há uma confirmação de início de atividades", diz Jorge Tadeu de Andrade, gerente regional de Comunicação Social da Infraero Nordeste.

Maior pista do Piauí

Em 2010, uma reforma ao custo de R$ 7 milhões ampliou a pista do aeroporto de Parnaíba de 1.800 metros para 2.500 metros, superando em extensão os 2.200 metros a estrutura da capital Teresina e alcançando o posto de quarta maior pista do Nordeste – atrás apenas de Recife (3.300 metros), Petrolina (3.250 metros) e Fortaleza (2.545 metros), segundo dados da Infraero.

O governo federal liberou R$ 8 milhões para a construção de um novo pátio para aeronaves, em investimento que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mas a obra está parada desde agosto de 2011. Segundo a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, a empresa responsável pela obra solicitou rescisão contratual com a Infraero por falta de condições técnicas para cumprir o acordo. O processo aguarda decisão judicial.

De acordo com a secretaria, o terminal de Parnaíba está entre os 270 aeroportos brasileiros que o governo listou, em dezembro de 2012, como parte do projeto de desenvolvimento da aviação regional. O espaço, portanto, é considerado prioritário para o avanço do setor, mas futuros investimentos, dentro do pacote federal, ainda vão ser analisados.

Risco de acidentes afasta aéreas

A Força Aérea Brasileira vetou, em março do ano passado, a operação por instrumentos no aeroporto de Parnaíba porque há "obstáculos" na região que poderiam provocar acidentes. Segundo a Infraero, o aumento da metragem da pista fez com que algumas edificações da cidade passassem a atrapalhar as operações. Agora, quando as condições meteorológicas são ruins, pilotos estão proibidos de pousar e decolar sem ter uma visão clara da pista.

A mudança não impede voos no local, mas oferece menos segurança às companhias aéreas, que preferem aeroportos em que possam operar com ambas as opções, segundo o gerente de operações Celso Lara Vital. A Infraero afirma trabalhar para recuperar a autorização.

"A Aeronáutica encontrou irregularidades, edificações, torres e obstáculos no raio de 8 km ao redor do aeroporto, que é área de segurança. Fora desta área, a cerca de 20 km, há uma usina eólica, que está em uma elevação", explica Vital. "Comunicamos o governo estadual e a prefeitura para tomar providências. Acredito que a FAB já teve o retorno sobre grande parte dos pontos e os que não poderão ser retirados serão informados nas cartas aeronáuticas, para dar ciência aos pilotos".

O secretário de Turismo do Piauí, Marco Bona, afirmou ao G1 que o laudo técnico da FAB apontou a existência de torres de emissoras de rádio em altura irregular e que o governo determinou a resolução do problema. "O laudo não impede em nada as operações. São diferenças de 20 cm em algumas torres. O que impede a realização de voos regulares é a falta de interesse das companhias", disse.

O secretário de Desenvolvimento Urbano de Parnaíba, Paulo Meireles, confirmou que a prefeitura foi notificada de obstáculos na área de aproximação dos aviões à pista, mas que alguns dos pontos, como a autorização para a instalação das torres de telefonia móvel e de comunicação, foram previamente autorizados pela Aeronáutica.

De acordo com a Secretaria Estadual de Transportes do Piauí, o governo ainda irá elaborar um plano de proteção exigido pela Aeronáutica sobre medidas de segurança que deverão ser feitas ao redor do aeroporto.

Alternativa para a Copa de 2014

O terminal de Parnaíba está na lista de alternativas para a Copa do Mundo de 2014, devido à proximidade com Fortaleza (CE), que vai sediar jogos do mundial. A lista foi elaborada pela Secretaria de Aviação Civil e engloba 50 aeroportos de destino para as 12 cidades sedes e mais 42 alternativas para o tráfego de passageiros. A Infraero aponta, porém, que ainda não há uma definição se o aerporto de Parnaíba será usado durante a competição.

O aeroporto não conta com sistema de radares e torre de controle, e a troca de informações com pilotos é feita por estação de rádio, que funciona das 6h às 24h. Para Celso Lara Vital, a estrutura é suficiente para receber voos de passageiros.

"Temos todas as condições de receber voos regulares, como sistemas de raio-x, de combate a incêndio e de informação sobre a situação dos voos, além de salas de embarque e detectores de metais, todos os mesmos que você vê nos grandes aeroportos, como Guarulhos ou Galeão. O que falta é interesse das empresas de operar aqui".

O número de voos no aeroporto, que já é pequeno, caiu 18% no ano passado – o de táxi aéreo despencou 52%. Celso Lara Vital acredita que a suspensão das operações por instrumentos interferiu pouco na queda, pois as aeronaves que ali pousam são de pequeno porte e atuam com pousos e decolagens visuais. Ele aponta a logística da cidade e a busca por outros terminais próximos como principais fatores que interferiram na queda.

"Acreditamos que a retomada das operações por instrumentos mostrará às empresas que o aeroporto está seguro para operar em 2014 e trabalharemos para atrair mais o público, tanto executivo quanto comercial. Pretendemos instalar uma lanchonete e caixa eletrônico para o conforto dos passageiros. As empresas aéreas querem fazer voos rentáveis e elas não estão vislumbrando uma quantidade de passageiros na região que permita a realização de voos para cá", afirma.

Objetivo é atrair estrangeiros

Turistas que desejam conhecer o litoral piauiense tem que desembarcar em Teresina ou em Fortaleza e fazer o resto do percurso de ônibus ou carro, com tempo de viagem que pode durar de quatro a cinco horas. De avião, o tempo estimado das citadas capitais até Parnaíba, se houvesse um voo regular, seria de aproximadamente 50 minutos.

"Muita gente desiste de conhecer o litoral porque tem que desembarcar na capital. O aeroporto seria um grande incentivo para atrair estrangeiros", diz Edilson Morais Brito, proprietário de uma agência de viagens na cidade.

Apesar de não contar com nenhum voo regional ou nacional diário, o gerente de operações da Infraero Celso Lara Vital sonha com voos internacionais, que estão autorizados desde outubro de 2005 por portaria da Aeronáutica. A última vez que um avião com turistas de outro país pousou no local foi entre o final de 2006 e o início de 2007, com oito voos charters (voos fretados) procedentes de Verona, na Itália.

"Temos um pátio pequeno, mas podemos receber voos internacionais de modelos como o Boeing 767-300, se alguma companhia tiver interesse. Neste caso, como não temos aqui postos de alfândega, da Polícia Federal ou da Anvisa, avisaríamos para os órgãos enviar equipes e atender o voo", diz Vital.

Fonte: G1 

Roça 'n' Roll: festival já tem 20 atrações confirmadas




O festival Roça 'n' Roll já tem vinte atrações confirmadas para os três dias de shows que acontecem em Varginha, no Sul de Minas Gerais. O evento será realizado nos dias 30 e 31 de maio e 1º de junho, durante o feriado de Corpus Christi, na Fazenda Estrela.

Como sempre focado em rock e heavy metal, o festival chega à 15ª edição e terá Grave Digger, Orphaned Land, Nervochaos, Malefactor, Cartoon, Baranga e Motosserra Truck Clube, entre outros. Confira a programação:

30/05/2013 - Santo Graaau Bêbados S/A
31/05/2013 - Cartoon, Baranga, Deep Purple Cover de BH, Motosserra Truck Clube, Tributo ao Raul Seixas, Deadliness e Jardim Elétrico
01/06/2013 - Grave Digger (Alemanha), Orphaned Land (Israel), Martin Walkyier (ex-vocalista do Skyclad acompanhado pelo Tuatha de Danann), Aneurosis, Ossos do Banquete, Cracker Blues, Nervochaos, Malefactor, Metalmorphose e Kernunna. Tenda: Behind Storm, Glitter Magic e Metheora 

A história dos 15 anos de Roça ‘n’ Roll será registrada em um documentário produzido por Bruno Maia, organizador e idealizador do evento. "O documentário conta com trechos de shows e entrevistas com várias bandas e personalidades do mundo musical. É uma produção independente com objetivo de mostrar o clima do festival", destaca o organizador.

É possível fazer reservas para excursões pelo email info@rocainroll.com. O pacote para os três dias do festival inclui, além do ingresso, camiseta e uma cópia em DVD do documentário. Mais informações podem ser obtidas no site www.rocainroll.com.

Fonte: Territoriodamusica

BRASIL - Deputados articulam derrubada de vetos polêmicos de Dilma

Deputados da oposição e da bancada ruralista articulam derrubar em fevereiro vetos presidenciais a pelo menos quatro projetos de lei que confrontaram Executivo e Legislativo durante sua discussão no Congresso.

Em dezembro, em meio à pressão dos parlamentares para votar vetos recentes da presidente Dilma Rousseff à nova lei que redistribui os royalties do petróleo, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o Congresso vote antes, em ordem cronológica, mais de 3 mil vetos anteriores, que estão parados na fila.

A intenção dos parlamentares é aproveitar não só para reverter a polêmica decisão sobre os royalties. Na mira, estão também vetos relativos ao fim do fator previdenciário, à recomposição de áreas verdes determinadas pelo Código Florestal e ao investimento na saúde, previsto na regulamentação da Emenda 29.

O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), que integra a bancada ruralista da Câmara, afirmou que articula aprovar a maioria dos 3 mil vetos de forma sumária, e deixar os quatro projetos polêmicos para votação à parte.

"Primeiro, vamos votar os mais polêmicos e depois, o restante, de forma global. Esse é o entendimento que vamos tentar implementar. Foram matérias aprovadas no Congresso, nas duas Casas. Se elas foram vetadas, isso não condiz com aquilo que o Congresso Nacional debateu durante tanto tempo", afirmou Caiado.

O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), defende a votação em ordem cronológica dos vetos. Para o tucano, vetos a dispositivos que não geram polêmica devem ser aprovados de forma sumária, sem discursos e debates. Ele disse que o partido também vai defender a derrubada dos vetos aos quatro projetos citados por Caiado.

"Acho que devemos ir pela ordem e, quando chegar a vetos importantes, eles serão considerados e discutidos. Chamaremos a atenção para a presença deles na listagem. Acho que vale cumprir o rito e estabelecer um cronograma. Esses vetos referentes a fator previdenciário, Emenda 29, e royalties são vetos que o partido vai votar pela derrubada", disse.

O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães (CE), é contra derrubar os vetos presidenciais. Segundo ele, restaurar as propostas aprovadas pelo Congresso poderá prejudicar o país economicamente.

"Tem vetos polêmicos que o governo e o PT vão fazer um acordo para não derrubar. Tem veto ao Código Florestal, à regulamentação da Emenda 29, ao fim do fator previdenciário, e esses temas têm que ser discutidos com responsabilidade. Votar sem a devida atenção e cuidado pode quebrar o país", afirmou.

O petista  também criticou a proposta de votar de forma sumária os vetos que não geram polêmica. Para ele, cada um dos mais de 3.060 vetos deve ser apreciado com cautela e discussão.

"Não podemos fazer uma votação de faz de conta, mas sim uma discussão de cada veto. Não podemos votar tudo em dez minutos. Se for preciso, que demore bastante [para limpar a pauta]. Tem veto aí do governo anterior. Vamos construir uma agenda de terça a quinta. O Congresso não pode se esquivar de sua função constitucional", disse.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) também se posicionou contra apreciar de uma só vez a maioria dos vetos e votar em separado os quatro projetos polêmicos. "Acho difícil acordo nessas bases. O mar não está para peixe. Você pode acabar judicializando, então é melhor não mexer com isso, não alterar o rito. A ordem é votar em ordem cronológica, então é melhor seguir."

Entenda os vetos polêmicos

O principal veto ao projeto dos royalties e que parcela dos parlamentares pretende derrubar é o que impede que a nova divisão dos recursos do petróleo seja aplicada a contratos já firmados em áreas licitadas. A proposta vetada reduzia já em 2013 os recursos repassados a Rio de Janeiro e Espírito Santo em favor de estados e municípios não produtores.

Com relação ao Código Florestal, a bancada ruralista pretende restabelecer dispositivo vetado que flexibilizava a recomposição florestal exigida de produtores rurais de médio porte. Na sanção, Dilma vetou trecho que previa reflorestamento em faixas mais estreitas em margens de rio desmatadas e editou medida provisória exigindo recomposição proporcional à largura do rio.

O outro veto que pode ser derrubado pelo Congresso é o que diz respeito à Emenda 29, projeto que definiu percentuais obrigatórios de recursos da União, estados e municípios para o setor da saúde.

Dilma vetou trecho do artigo que dizia que o governo federal deveria investir o montante do ano anterior acrescido da variação percentual do Produto Interno Bruto (PIB), que mede o crescimento da economia. O veto presidencial impede que uma eventual revisão para cima nesse percentual obrigue o governo a aplicar créditos adicionais para ajustar o valor.

O quarto veto que os deputados pretendem derrubar é o que impediu o fim do fator previdenciário. O projeto vetado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabava com a fórmula criada em 1999, que leva em consideração a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de vida do brasileiro para o cálculo do valor da aposentadoria.

O instrumento visa reduzir o valor do benefício de quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos, no caso de homens, ou 60, no caso das mulheres.

Fonte: G1

Rush: ainda não há data de lançamento prevista para novo DVD




O Rush desmentiu que lançará seu novo DVD, "Clockwork Angels Live", no dia 21 de maio. Segundo a banda, ainda não há data de lançamento definida para o trabalho.  

“Clockwork Angels Live”, mostra o Rush na turnê de seu mais novo álbum, com imagens retiradas do show de Phoenix no dia 25 de novembro e Dallas no dia 28 do mesmo mês.

Fonte: Roadiecrew

MUSICA DO DIA - METALLICA FEAT. AVENGED SEVENFOLD+TRIVIUM






Die, Die My Darling
Die, die, die my darling
Don't utter a single word
Die, die, die my darling
Just shut your pretty eyes
I'll be seeing you again
Yeah, I'll be seeing you... in Hell

So don't cry to me, oh, baby
Your future's in an oblong box
Don't cry to me, oh, baby
You should have seen it a-coming on
Don't cry to me, oh, baby
I don't know it was in your card
Don't cry to me, oh, baby
Dead-end soul for a dead-end girl
Don't cry to me, oh, baby
And now your life drains on the floor
Don't cry to me, oh, baby

Die, die, die my darling
Don't utter a single word
Die, die, die my darling
Just shut your pretty mouth
I'll be seeing you again, yeah
I'll be seeing you... in Hell!

So don't cry to me, oh, baby
Your future's in an oblong box
Don't cry to me, oh, baby
You should have seen it a-coming on
Don't cry to me, oh, baby
I don't know it was in your card
Don't cry to me, oh, baby
Dead-end soul for a dead-end girl
Don't cry to me, oh, baby
And now your life drains on the floor
Don't cry to me, oh, baby

Die, die, die my darling
Don't utter a single word
Die, die, die my darling
Just shut your pretty mouth
I'll be seeing you again
I'll be seeing you... in Hell!

Die, die, die
Die, die, die
Die, die, die

Morra Morra Minha Querida
Morra, morra, morra minha querida
Não diga uma única palavra
Morra, morra, morra minha querida
Apenas feche seus belos olhos
Eu irei vê-la outra vez
Eu irei vê-la ...no inferno

Não chore pra mim, oh baby
Seu futuro está em um caixão
Não chore pra mim, oh baby
Deveria ter visto o que estava vindo
Não chore pra mim, oh baby
Eu não sabia que isto estava na sua conta
Não chore pra mim, oh baby
Alma morta para uma menina morta
Não chore pra mim, oh baby
E agora sua vida escoa pelo chão
Não chore pra mim, oh baby

Morra, morra, morra minha querida
Não diga uma única palavra
Morra, morra, morra minha querida
Apenas feche sua bela boca
Eu vou te ver outra vez, sim
Eu te verei...no Inferno!

Não chore pra mim, oh baby
Seu futuro está em um caixão
Não chore pra mim, oh baby
Deveria ter visto o que estava vindo
Não chore pra mim, oh baby
Eu não sabia que isto estava na sua conta
Não chore pra mim, oh baby
Alma morta para uma menina morta
Não chore pra mim, oh baby
E agora sua vida escoa pelo chão
Não chore pra mim, oh baby

Morra, morra, morra minha querida
Não diga uma única palavra
Morra, morra, morra minha querida
Apenas feche sua bela boca
Eu vou te ver outra vez, sim
Eu te verei... no Inferno!

Morra, morra, morra
Morra, morra, morra
Morra, morra, morra