segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Megadeth: Dave Mustaine agradece fãs e haters




No domingo, dia 14 de janeiro, o frontman do MEGADETH DAVE MUSTAINE deixou um recado na página da banda no Facebook. Nele, MUSTAINE agradeceu muito o apoio dos fãs (disse que ama até os haters) e também falou que está tentando viver sua vida de uma forma diferente da que vivia antes. Segue abaixo a tradução da mensagem deixada pelo músico.

"Eu só queria aproveitar esse domingo tranquilo para agradecer a vocês pelo imenso apoio. Eu sei que nem todos aqui são fãs, mas tudo bem também; esta mensagem estará esperando por você quando você mudar sua opinião sobre mim/nós. Enquanto isso, eu quero agradecer àqueles que são fãs por algo que vocês não fazem ideia de que fizeram, mas que é uma coisa justa e inacreditável de se fazer. Sabe, deixando todos os erros de lado, eu realmente estou tentando viver minha vida de uma forma diferente hoje, e parte se baseou em encontrar algo em que acreditar.

Uma das coisas que aconteceu desde que eu comecei essa transformação foi me envolver com viúvos e órfãos, ajudá-los, e ajudar também os desabrigados. Agora, aqui está o que vocês fizeram...

Fui surpreendido com uma oportunidade e, graças a seu apoio inabalável, minha família e eu temos sido capaz de financiar uma cozinha de sopa no Haiti com um ministério chamado "Outside The Bowl", e vocês vão ter orgulho de saber que, quando ele for iniciado (o que será muito em breve), forneceremos até 8 mil refeições por dia para os menos afortunados.

Eu sou muito agradecido, e eu amo muito a todos vocês (sim, até mesmo os haters), porque mesmo quando eu estou sendo caluniado e meu personagem é assassinado, eu posso encontrar conforto em saber que até 8 mil refeições serão servidas a cada dia, junto com uma porção saudável de amor e algum alimento espiritual.

Mais uma vez, eu não posso agradecer o suficiente..

Amor e contusões..."

Fonte: Whiplash

Rush revela título e data de lançamento de novo DVD ao vivo





O Rush deverá lançar seu novo DVD no dia 21 de maio pela Concord.

Intitulado “Clockwork Angels Live”, o trabalho mostra o Rush na turnê de seu mais novo álbum, com imagens retiradas do show de Phoenix no dia 25 de novembro e Dallas em 28 do mesmo mês.

Fonte: Roadiecrew

Anthrax: Novo EP e guitarrista temporário anunciados




O Anthrax lançará um EP só de covers, intitulado “Anthem”, no dia 18 de março. A banda recentemente passou um tempo em estúdio para gravar versões de alguns clássicos do rock favoritos dos integrantes.

“Foi muito divertido, especialmente porque muitas dessas músicas não são ‘normais’ para nós ou nosso repertório, apesar de que elas fazem parte do nosso repertório sim, pois todos nós sabíamos tocá-las”, disse o guitarrista Scott Ian ao site da Billboard.

Confira a ‘tracklist’ abaixo:

01. Anthem (Rush)
02. Jailbreak (Thin Lizzy)
03. TNT (AC/DC)
04. Big Eyes (Cheap Trick)
05. Smokin' (Boston)
06. Keep On Runnin' (Journey)

Na sexta-feira passada, 04, o guitarrista Rob Caggiano anunciou sua saída da banda. Ainda hoje (11), a banda anunciou que o guitarrista do Shadows Fall, Jon Donais, será o substituto de Caggiano nos próximos shows da turnê.

Fonte: Territoriodamusica



MUSICA DO DIA - REAÇÃO EM CADEIA :: ''G.A.B.I.''




Você é o lugar
Onde eu quero estar
Sem querer
Sem saber
Eu me encontrei com você

Não falei
Não ouvi
Nem se quer descobri
Com quem vai?
Pra onde vai?
Se aqueles eram seus pais...

Lembro!
o que não aconteceu!
Desejo!
Mais do que nunca!
Lembro!
o que não aconteceu!
Desejo!
Mais

Eu sonhei
Quis você
Mesmo sem lhe conhecer
Não lhe toquei
E você, sabe meu nome?

Não falei
Não ouvi
Nem se quer descobri
Com quem vai?
Pra onde vai?
Se aqueles eram seus pais...

Lembro!
o que não aconteceu!
Desejo!
Mais do que nunca!
Lembro!
o que não aconteceu!
Desejo!
Mais

Lembro!
o que não aconteceu!
Desejo!
Mais do que nunca!
Lembro!
o que não aconteceu!
Desejo!
mais do que nunca!


Lembro!
Desejo!

Lembro!
Desejo...

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

MATERIA DO DIA - Metal Progressivo: os dez melhores álbuns do estilo


O site About.com fez em 2009 uma lista com os 10 melhores álbuns de metal progressivo, que seguem abaixo em ordem alfabética por banda.

BETWEEN THE BURIED AND ME - 'Colors'

Uma obra-prima dos tempos modernos, “Colors” lançado em 2007 é uma faixa com um pouco mais que uma hora de duração dividida em oito partes. Enquanto o BETWEEN THE BURIED AND ME mostrava sinais de que poderia ser o futuro do metal progressivo com o álbum “Alaska”, lançado em 2005, “Colors” foi a afirmação. O fato de os membros da banda terem apenas um pouco mais que 20 anos quando o álbum foi gravado é espantoso. O “Colors” vai de uma vibração de fim de tarde estilo BEATLES para um metal de ataque devastador, lado a lado com um country e uma viagem para o espaço ao longo do caminho.

DREAM THEATER - 'Awake'

Muitos pensaram que o DREAM THEATER não poderia superar seu segundo álbum “Images & Words” lançado em 1992, porém a banda surpreendeu o mundo do metal progressivo com o álbum “Awake” lançado em 1994. Até o momento o álbum mais obscuro da banda, “Awake” é o som de um grupo de músicos paranóicos, depressivos e desiludidos. As tensões internas dentro da banda foram traduzidas em “Awake” com músicas oprimidas como “Space Dye Vest,” “The Mirror,” e “Innocence Faded” apresentando um lado diferente do DREAM THEATER.

EDGE OF SANITY - 'Crimson'

Dan Swanö é um músico genial, e o álbum “Crimson” lançado em 1996 é uma demonstração de seu brilho. Uma faixa épica de 40 minutos, “Crimson” não é para os fracos de coração. Falando sobre o futuro e infertilidade, “Crimson” é um álbum que foi feito para ser digerido de uma única vez, com a letra da música em mãos. Tentar dividir esta faixa única seria uma grande injustiça, uma vez que a música fala mais alto do que qualquer palavra jamais conseguiria.

FATES WARNING - 'No Exit'

Primeiro álbum da banda com o vocalista Ray Alder, o “No Exist” é conhecido por conter a épica “The Ivory Gate of Dreams” com um pouco mais que 20 minutos de duração. As outras faixas deste lançamento de 1988 também não são ruins, mas esta foi a mais próxima do majestoso, a qual fez os fãs de metal progressivo babarem. Os vocais de Alder eram melhores do que os de John Arch, e isso não é uma tarefa fácil. “No Exist” seria o álbum que abriria a banda para um público maior.

OCEAN MACHINE - 'Biomech'

Devin Townsend é um artista excêntrico que mantêm os ouvintes aos seus pés. O OCEAN MACHINE é um dos milhões de projetos paralelos com o qual Townsend está envolvido, lançando em 1998 o álbum “Biomech”, este que fez Townsend abraçar sua calma, seu lado melódico, que ficava escondido com o STRAPPING YOUNG LAD. Os fãs da sua banda principal ficaram surpresos em ouvir os maravilhosos vocais limpos de Townsend e sua habilidade para composições cativantes. Infelizmente o álbum nunca atingiu as principais comunidades do metal.

OPETH - 'Blackwater Park'

Escolher o melhor álbum do OPETH pode ser uma tarefa difícil, uma vez que a maior parte de sua discografia é constituída de materiais com qualidade ao extremo. Porém o “Blackwater Park’ lançado em 2001 é considerado sua maior grande obra. O vocalista Mikael Åkerfeldt finalmente aperfeiçoou sua voz limpa e a produção, feita pelo líder do PORCUPINE TREE, Steve Wilson, é tonificante e poderosa. As faixa “The Drapery Falls” e a acústica assombrosa “Harvest” são os destaques desta obra-prima.

PAIN OF SALVATION - 'Entropia'

O primeiro álbum lançado pelo quinteto sueco em 1997 é fenomenal. Após um pouco mais de uma década de trabalho desde que formaram a banda, o PAIN OF SALVATION juntou uma incrível história envolvendo uma família em conflitos em uma sociedade fictícia. Os vocais elevados de Daniel Gildenlöw fizeram muitas pessoas prestarem atenção e assim a banda ganhou muitas oportunidades com o “Entropia”, mantendo o ouvinte comprometido com uma combinação de tranqüilizante, melodias acústicas, escalas e riffs funkeados.

QUEENSRYCHE - 'Operation Mindcrime'

Indiscutivelmente o melhor álbum do QUEENSRYCHE, um álbum conceitual lançado em 1988 que detalha a história de um viciado em drogas e como ele se tornou um assassino. Enquanto os primeiros álbuns da banda eram camadas sólidas de metal progressivo, o “Operation: Mindcrime” foi o primeiro álbum onde tudo funcionou como um estalo. A voz de Geoff Tate nunca soou tão bem, e o trabalho com a guitarra de Chris DeGarmo é subestimado.

SYMPHONY X - 'The Divine Wings Of Tragedy'

O SYMPHONY X sempre foi uma banda que se manteve no underground, constantemente lançando álbum após álbum, enquanto mantinha uma base de fãs leais. Lançado em 1997, o álbum “Divine Wings Of Tragedy” foi o primeiro sinal de que o SYMPHONY X podia competir com os grandalhões do metal progressivo, com a faixa título atingindo por volta de 20 minutos de duração. Sempre considerei o Russell Allen um dos vocalistas mais subestimados de todos os tempos, e o Michael Romeo é um deus da guitarra no círculo progressivo.

TIAMAT - 'Wildhoney'

Antes do OPETH sucessivamente misturar death metal com vocais acústicos e limpos, já existia o TIAMAT e seu álbum “Wildhoney” lançado em 1994. Enquanto a banda viria a evoluir para um som gothic metal, em certo ponto, o TIAMAT foi colocado para surpreender o mundo do metal progressivo. Um álbum que entrou em uma atmosfera com um foco principal, “Wildhoney” pode ser melhor descrito como uma jornada através do desespero e melancolia, com letras brilhantes como guias desta jornada.

Fonte: Metal Progressivo: os dez melhores álbuns do estilo http://whiplash.net/materias/melhores/093916-betweentheburiedandme.html#ixzz2HU2MNnz1

MATERIA DO DIA - Metal Progressivo: os dez melhores álbuns do estilo


O site About.com fez em 2009 uma lista com os 10 melhores álbuns de metal progressivo, que seguem abaixo em ordem alfabética por banda.

BETWEEN THE BURIED AND ME - 'Colors'

Uma obra-prima dos tempos modernos, “Colors” lançado em 2007 é uma faixa com um pouco mais que uma hora de duração dividida em oito partes. Enquanto o BETWEEN THE BURIED AND ME mostrava sinais de que poderia ser o futuro do metal progressivo com o álbum “Alaska”, lançado em 2005, “Colors” foi a afirmação. O fato de os membros da banda terem apenas um pouco mais que 20 anos quando o álbum foi gravado é espantoso. O “Colors” vai de uma vibração de fim de tarde estilo BEATLES para um metal de ataque devastador, lado a lado com um country e uma viagem para o espaço ao longo do caminho.

DREAM THEATER - 'Awake'

Muitos pensaram que o DREAM THEATER não poderia superar seu segundo álbum “Images & Words” lançado em 1992, porém a banda surpreendeu o mundo do metal progressivo com o álbum “Awake” lançado em 1994. Até o momento o álbum mais obscuro da banda, “Awake” é o som de um grupo de músicos paranóicos, depressivos e desiludidos. As tensões internas dentro da banda foram traduzidas em “Awake” com músicas oprimidas como “Space Dye Vest,” “The Mirror,” e “Innocence Faded” apresentando um lado diferente do DREAM THEATER.

EDGE OF SANITY - 'Crimson'

Dan Swanö é um músico genial, e o álbum “Crimson” lançado em 1996 é uma demonstração de seu brilho. Uma faixa épica de 40 minutos, “Crimson” não é para os fracos de coração. Falando sobre o futuro e infertilidade, “Crimson” é um álbum que foi feito para ser digerido de uma única vez, com a letra da música em mãos. Tentar dividir esta faixa única seria uma grande injustiça, uma vez que a música fala mais alto do que qualquer palavra jamais conseguiria.

FATES WARNING - 'No Exit'

Primeiro álbum da banda com o vocalista Ray Alder, o “No Exist” é conhecido por conter a épica “The Ivory Gate of Dreams” com um pouco mais que 20 minutos de duração. As outras faixas deste lançamento de 1988 também não são ruins, mas esta foi a mais próxima do majestoso, a qual fez os fãs de metal progressivo babarem. Os vocais de Alder eram melhores do que os de John Arch, e isso não é uma tarefa fácil. “No Exist” seria o álbum que abriria a banda para um público maior.

OCEAN MACHINE - 'Biomech'

Devin Townsend é um artista excêntrico que mantêm os ouvintes aos seus pés. O OCEAN MACHINE é um dos milhões de projetos paralelos com o qual Townsend está envolvido, lançando em 1998 o álbum “Biomech”, este que fez Townsend abraçar sua calma, seu lado melódico, que ficava escondido com o STRAPPING YOUNG LAD. Os fãs da sua banda principal ficaram surpresos em ouvir os maravilhosos vocais limpos de Townsend e sua habilidade para composições cativantes. Infelizmente o álbum nunca atingiu as principais comunidades do metal.

OPETH - 'Blackwater Park'

Escolher o melhor álbum do OPETH pode ser uma tarefa difícil, uma vez que a maior parte de sua discografia é constituída de materiais com qualidade ao extremo. Porém o “Blackwater Park’ lançado em 2001 é considerado sua maior grande obra. O vocalista Mikael Åkerfeldt finalmente aperfeiçoou sua voz limpa e a produção, feita pelo líder do PORCUPINE TREE, Steve Wilson, é tonificante e poderosa. As faixa “The Drapery Falls” e a acústica assombrosa “Harvest” são os destaques desta obra-prima.

PAIN OF SALVATION - 'Entropia'

O primeiro álbum lançado pelo quinteto sueco em 1997 é fenomenal. Após um pouco mais de uma década de trabalho desde que formaram a banda, o PAIN OF SALVATION juntou uma incrível história envolvendo uma família em conflitos em uma sociedade fictícia. Os vocais elevados de Daniel Gildenlöw fizeram muitas pessoas prestarem atenção e assim a banda ganhou muitas oportunidades com o “Entropia”, mantendo o ouvinte comprometido com uma combinação de tranqüilizante, melodias acústicas, escalas e riffs funkeados.

QUEENSRYCHE - 'Operation Mindcrime'

Indiscutivelmente o melhor álbum do QUEENSRYCHE, um álbum conceitual lançado em 1988 que detalha a história de um viciado em drogas e como ele se tornou um assassino. Enquanto os primeiros álbuns da banda eram camadas sólidas de metal progressivo, o “Operation: Mindcrime” foi o primeiro álbum onde tudo funcionou como um estalo. A voz de Geoff Tate nunca soou tão bem, e o trabalho com a guitarra de Chris DeGarmo é subestimado.

SYMPHONY X - 'The Divine Wings Of Tragedy'

O SYMPHONY X sempre foi uma banda que se manteve no underground, constantemente lançando álbum após álbum, enquanto mantinha uma base de fãs leais. Lançado em 1997, o álbum “Divine Wings Of Tragedy” foi o primeiro sinal de que o SYMPHONY X podia competir com os grandalhões do metal progressivo, com a faixa título atingindo por volta de 20 minutos de duração. Sempre considerei o Russell Allen um dos vocalistas mais subestimados de todos os tempos, e o Michael Romeo é um deus da guitarra no círculo progressivo.

TIAMAT - 'Wildhoney'

Antes do OPETH sucessivamente misturar death metal com vocais acústicos e limpos, já existia o TIAMAT e seu álbum “Wildhoney” lançado em 1994. Enquanto a banda viria a evoluir para um som gothic metal, em certo ponto, o TIAMAT foi colocado para surpreender o mundo do metal progressivo. Um álbum que entrou em uma atmosfera com um foco principal, “Wildhoney” pode ser melhor descrito como uma jornada através do desespero e melancolia, com letras brilhantes como guias desta jornada.

Fonte: Metal Progressivo: os dez melhores álbuns do estilo http://whiplash.net/materias/melhores/093916-betweentheburiedandme.html#ixzz2HU2MNnz1