quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Grave Digger se apresenta no Roça ‘n’ Rol 2013



A Cangaço Produções Artísticas confirmou o Grave Digger como um dos headliners da 15ª expedição do Roça ‘n’ Roll. A banda alemã está escalada para o dia 1º junho, noite principal do evento. O festival vai ser realizado na Fazenda Estrela, na zona rural de Varginha, no Sul de Minas Gerais. 

A banda Grave Digger é considerado uma das maiores bandas de Heavy Metal do mundo. Formado em 1980 pelo vocalista Chris Boltendahl, o grupo é representante da primeira fase do Metal Alemão que conquistou o mundo. Com 20 álbuns no currículo e diversas turnês internacionais, o Grave Digger possui uma verdadeira legião de fãs. O quinteto liderado por Boltendahl já realizou várias apresentações no Brasil. Em 2012, os brasileiros poderiam ter visto a banda no Metal Open Air, mas o show foi cancelado devido a diversas falhas e descumprimento de contrato pela organização do festival. 

“O Roça ‘n’ Roll sempre teve muito zelo com a estrutura do evento. Trabalhamos com material de primeira qualidade e com profissionais especializados nas áreas de sonorização, iluminação e montagem para oferecermos o melhor para as bandas e público”, destaca o organizador Bruno Maia. A estrutura do Roça ‘n’ Roll é um diferencial em relação a muitos eventos realizados no país. O festival possui dois palcos, tenda para shows com bandas regionais, espaço para exposição de artes visuais, estandes de produtos relacionados ao Metal e praça de alimentação. 

Para organizador Bruno Maia, a vinda do Grave Digger ao Roça ‘n’ Roll, atende uma necessidade de muitos fãs da banda no interior. “Todas as vezes que o grupo veio ao Brasil, sempre tocou nas capitais. Será a primeira apresentação no interior de Minas Gerais”. 

Em Varginha, Chris Boltendahl e Cia devem tocar músicas do álbum mais recente Clash Of The Gods e grandes clássicos da carreira. “Estamos felizes por tocar em um lugar que nunca tocamos antes e estamos muito orgulhosos em saber que temos fãs nessa região do Brasil. Não percam esse grande show do Grave Digger!”, diz Boltendahl. Em breve serão divulgadas outras atrações confirmadas e os procedimentos para inscrição na seletiva 2013. Durante o período de divulgação do Roça ‘n’ Roll, a produção vai oferecer algumas promoções no site oficinal. Para participar, o interessado deve se inscrever no site: www.rocainroll.com .

Fonte: Roadiecrew

MUSICA DO DIA - blink-182 - All The Small Things






Blink 182 - All The Small Things
All the small things
True care,true brings
I'll take one left
Your ride best trip
Always,i know
You'll be at my show
Watching,waiting, commiserating

Say it aint so
I will not go
Turn the lights off
Carry me home
Na,na,na...

Late night
Come home
Work sucks
I know
She left me roses by the stairs
Surprises let me know she cares

Say it aint so
I will not go
Turn the lights off
Carry me home
Na,na,na...

Say it aint so
I will not go
Turn the lights off
Carry me home
Keep your head still
I'll be your thrill
The night will go on,my little windmill

Say it aint so
I will not go
Turn the lights off
Carry me home
Keep your head still
I'll be your thrill
The night will go on
The night will go on
My little windmill

Todas As Coisas Pequenas
Todas as coisas pequenas
A verdade importa a verdade traz
Eu pego uma carona
Seu passeio melhor viagem
Sempre, eu sei
Você estará no meu show
Assistindo, esperando, comissionando

Diga que não é
Eu não irei
Desligue as luzes
Carregue-me pra casa
Na,na,na,na,na...

Tarde da noite
Venho pra casa
Trabalho é um saco
Eu sei
Ela me deixou rosas nas escadas
Surpreendentemente me deixa saber que se importa

Diga que não é
Eu não irei
Desligue as luzes
Carregue-me pra casa
Na,na,na,na,na...

Diga que não é
Eu não irei
Desligue as luzes
Carregue-me pra casa
Mantenha sua cabeça firme
Serei seu suspense
A noite continuará , meu pequeno moinho de vento

Diga que não é
Eu não irei
Desligue as luzes
Carregue-me pra casa
Mantenha sua cabeça firme
Serei seu suspense
A noite continuará,
A noite continuará,
Meu pequeno moinho de vento

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Planeta Atlântida 2013


Com ajuda do público, primeiras atrações do Planeta Atlântida 2013 são reveladas

Charlie Brown Jr., Planet Hemp, Emicida e ConeCrewDiretoria estarão no festival

Charlie Brown Jr., Planet Hemp, Emicida e ConeCrewDiretoria são as primeiras atrações do line-up do Planeta Atlântida 2013 a serem divulgadas. A revelação das bandas está ocorrendo gradativamente em uma ação iniciada no site do evento que se desdobrou em uma série de comerciais na televisão.
Na história, o apresentador Marcos Piangers teve um pendrive com informações secretas sobre o evento roubado pelas espiãs da Brotoslávia. Dele, foram feitas 50 cópias. Por acidente, essas mídias acabaram perdidas em locais entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A missão é resgatar as informações secretas do Planeta: nos dados do computador do Piangers ou encontrando os dispositvos perdidos pelo Sul do país.
Os pendrives serão encontrados pelos planetários no RS e em SC e, assim, as demais atrações do evento também serão reveladas. Todos os dias, novos desafios e pistas são lançadas na web com dicas. Para não perder nenhum detalhe da divertida brincadeira, é só acompanhar o Planeta no Facebook (www.facebook.com/PlanetaAtlantida), no Twitter e Instagram (@planetatlantida).
Para participar, ver os vídeos da ação e saber das atrações antes de todo mundo, acesse o site www.planetaatlantida.com.br. Nele. também é possível comprar as entradas para as duas noites de Planeta Atlântida sem nenhuma taxa adicional.
Planeta Atlântida 2013> Dias 1 e 2 de fevereiro em Atlântida, na Saba (Avenida Interbalneários, 413)
> Ingressos: no site www.planetaatlantida.com.br, sem cobrança de taxas.
> Lote Promocional – Arena: R$ 90 (individual); R$ 150 (passaporte) / Camarote: R$ 240 (individual) e R$ 380 (passaporte).
> Clube do Assinante – Arena: R$ 80 (individual); R$ 130 (passaporte) / Camarote: R$ 230 (individual) e R$ 350 (passaporte).
> Proibida a entrada de menores de 14 anos, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis.
> Indispensável a apresentação, na entrada do evento, de documento de identificação oficial com nome completo, data de nascimento e foto do portador.
ZERO HORA

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Trilha sonora de documentário traz Eddie Vedder, Bob Dylan e Marilyn Manson





A trilha sonora do documentário "West Memphis Three" chega às lojas no dia 15 de janeiro pela Legacy Records. O álbum traz Eddie Vedder, Bob Dylan, Marilyn Manson e Nick Cave entre outros.

O álbum chega com o nome de "West of Memphis: Voices for Justice" (Vozes pela justiça) e traz artistas que se envolveram na luta pela exoneração dos adolescentes (do Arkansas, EUA) presos pelo assassinato de três crianças.

Em 1993, três crianças de 8 anos foram assassinadas em West Memphis, no Arkansas (EUA). Um adolescente com problemas mentais, Jesse Misskelley Jr, interessado na recompensa oferecida por informações a respeito do crime foi à delegacia e, depois de um interrogatório, acabou sendo forçado a confessar o crime e acusar dois colegas de terem participado. Sem provas, as autoridades acabaram alegando que os adolescentes deviam ser satânicos pois usavam roupas pretas e ouviam Heavy Metal. Os garotos foram condenados à pena de morte.

Um documentário lançado em 1996 mostrou as falhas do processo e julgamento e iniciou-se uma campanha pela libertação dos garotos, apoiada massivamente por artistas e músicos. O novo documentário, dirigido por Peter Jackson e Fran Walsh conta com a ajuda de Damien Echols, um dos adolescentes acusados do assassinato.

Parte do dinheiro arrecadado com as vendas do álbum será doado ao trio de West Menphis. Conheça o repertório completo de "West of Memphis: Voices for Justice":

01. Henry Rollins (com Nick Cave & Warren Ellis original score) - Damien Echols Death Row Letter Year 9
02. Natalie Maines - Mother
03. Lucinda Williams - Joy
04. Camp Freddy - The Jean Genie
05. Tonto's Giant Nuts feat. Johnny Depp & Bruce Witkin - Little Lion Man
06. Marilyn Manson - You're So Vain
07. Band of Horses - Dumpster World
08. Citizen Cope - DFW
09. Eddie Vedder - Satellite
10. Bill Carter - Anything Made of Paper
11. The White Buffalo - House of Pain
12. Bob Dylan - Ring Them Bells
13. Nick Cave & Warren Ellis - West of Memphis Score Suite
14. Tonto's Giant Nuts feat. Johnny Depp (com Nick Cave & Warren Ellis) - Damien Echols Death Row Letter Year 16
15. Patti Smith - Wing (ao vivo no Voices For Justice Benefit Concert, 2010) (Bônus)

FontE: Territoriodamusica

W.U.T. estreia com single '2012: Before We Die' em 21.12.2012




A banda W.U.T., formada em 2012 pelos ex-integrantes da banda de Metal Industrial Der Wahnsinn – Chris Hoffmann (vocal), Eduardo Kikuchi e Eloi Aldrovandi (guitarras), Leandro Mazzaro (baixo) e Denis Roosevelt (bateria) – faz sua estreia com o single "2012: Before We Die", produzido por Eduardo Kikuchi. 

Antecipando o lançamento do primeiro álbum, programado para o início de 2013, o single serve como uma amostra do que o W.U.T. se propõe a fazer, criando composições de peso focadas no Heavy Metal. "Quando pensamos nessa data, lembramos outros momentos marcantes como o lançamento do primeiro disco do Black Sabbath em uma sexta-feira 13, em fevereiro de 1970. Assim, decidimos fazer o lançamento da banda em uma data forte que, para culturas como a maia, representa grandes transformações e o início de um novo ciclo", observa Chris Hoffmann. 

Na língua alemã, W.U.T. significa Fúria, e o nome também simboliza a sigla criada pelas palavras 'Will, Union & Target' ('Determinação, União e Objetivo'). Assim, o grupo busca expressar com fúria temas críticos da sociedade, que se relacionam com a força do indivíduo e o quanto ele pode trazer a mudança, assim como temas mais fictícios e sobrenaturais. "É curioso que, além do nosso nome se ligar ao que poderia acontecer no 'fim do mundo' com a força e fúria da natureza, este contexto sempre esteve em minha mente. É um tema intrigante, que vem à tona na mídia de tempos em tempos", diz Chris Hoffmann. "Além disso, sou ligado a temas internacionais e lembro que a Guerra Fria foi um período tenso em relação a uma possível Guerra Nuclear. Por isso, nunca saíram da minha cabeça a '2 Minutes To Midnight' do Iron Maiden ou até mesmo aquela primeira estrofe da música 'Santuário', da banda Santuário, que consta na coletânea 'SP Metal 2' – 'O mundo acabou / Todos sem saber o que fazer / Vítimas do desespero / Fogem para não morrer...", acrescenta o vocalista e compositor. 

Durante os anos de estrada, os músicos e compositores do W.U.T., ainda como Der Wahnsinn, conquistaram diversas premiações, como o 'IV Manifesto Rock Fest', 'diversos prêmios Morcego de Ouro e banda de honra da Gothz News, nomeação de banda revelação pela Metal Revolution, conquista do 'Wacken Metal Battle - SP 2009' e a apresentação no palco Music Hall da Expomusic 2010. Passados anos de momentos insanos, o propósito do W.U.T. é manter a força de vontade, a união e o foco em atingir seus objetivos, somado à fúria individual de cada integrante. 

Veja o lyric video em http://youtu.be/WZssnl2CuTY 

Sites relacionados: 
www.wutband.com 
soundcloud.com/wutband 
www.facebook.com/wutband 
youtube.com/wutband 
@wutband

Fonte: Roadiecrew

BRASIL - Nova lei seca põe fim à brecha do bafômetro, mas depende de tribunais


As novas regras que endurecem a lei seca e começam a vigorar nesta sexta-feira (21) devem acabar com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de punição. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, recusar o bafômetro não vai mais impedir o processo criminal, mas há críticas à "subjetividade" do texto.

Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade policial de dizer quem está embriagado e, para defensores da tolerência zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas alcoolizados escapem da Justiça.

O que muda

A mudança no Código Brasileiro de Trânsito sancionada sem vetos nesta quinta-feira (20) pela presidente Dilma Rousseff possibilita que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam considerados válidos contra os motoristas embriagados. Além disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano.


A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoristas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o veículo apreendido, mas não respondia a processo.

Isso acontecia porque a lei previa como conduta proibida dirigir com mais de 6 dg/L (decigramas por litro) de álcool no sangue. Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição.

Críticas

Para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), autor de um projeto que previa tolerância zero aos motoristas, as mudanças são como "enxugar gelo". "A lei poderia ter sido mais ousada, porque nós estamos diante de uma epidemia. São mais de 40 mil mortes por ano."

O maior problema, no entanto, segundo o senador, está na subjetividade da nova lei. “Eu acho que ficou muito subjetivo. Os agentes vão fotografar, vão filmar. Mas como o juiz vai interpretar essa prova? O bafômetro é a única ferramenta eficaz de comprovar”, defende. "Nós teremos problemas na interpretação disso [pelos tribunais]."

“Eu acho que a lei traz inovações e mudanças que faziam parte da proposta de nossa autoria aprovada no Senado. O vídeo, imagem, testemunho para inibir esse consórcio perverso que é a embriaguez e a direção no trânsito”, afirma Ferraço. “Mas estou aguardando para ver na prática esta forma tão subjetiva que a lei incorporou de comprovar a embriaguez”, afirma.

O advogado constitucionalista Pedro Serrano também avalia que as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).

“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em 'afetar a capacidade psicomotora'. Isso acaba jogando na autoridade policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma. “Do contrário, fere o Estado de Direito.”

"Qualquer pessoa que sofrer esse tipo de constrangimento pode levantar essa questão. É um princípio constitucional", completa.

Elogios

Já para o juiz criminal de São Paulo Fábio Munhoz Soares, um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriagadas ao volante, a mudança "é um avanço”.

“Agora basta qualquer tipo de prova que demonstre que você está embriagado. Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela situação do sujeito que sai cambaleando e não tem como comprovar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia para o perito para fazer o exame clínico”, diz.

Para o magistrado, o policial tem papel relevante. "Sempre foi desse jeito. O policial sempre foi ouvido, ele é uma testemunha muito importante", afirma.

O promotor Marcelo Barone também elogia a alteração. Segundo o integrante do Ministério Público, a forma anterior da lei impedia que os motoristas alcoolizados fossem denunciados. “Digamos que não era uma brecha, era uma avenida inteira. Eu mesmo cheguei a deixar de oferecer denúncia. Agora vão aumentar os flagrantes, prisões, denúncias. A pessoa vai sentir alguma consequência no ato”, avalia.

Mas o juiz ressalva que, "para que seja processado criminalmente e condenado, é necessário que fique demonstrado que o indivíduo teve a capacidade alterada". "Do contrário, não há como ser condenada", afirma.

Penas

O aumento da multa aos motoristas não é consenso entre os especialistas, mas, sobre a punição na esfera penal, ele avaliam que o Congresso perdeu a oportunidade de aumentar as penas em caso de condenação.

“Essas multas muito pesadas são só para dizer que é mais severo, mas tem muito pouca eficácia”, avalia o juiz Munhoz Soares. "Mas matar bêbado no trânsito devia ser uma causa de aumento de pena. É esse o tipo de crime que nos deixa mais perplexos. Se quer realmente prender, tem que colocar uma pena alta, mais de quatro anos."

Para o promotor, a pena deveria ter sido aumentada, porque hoje geralmente é convertida em serviços à comunidade. “Por que nos Estados Unidos funciona? Porque lá é preso, aqui não. Mas isso implica em aumentar o número de pessoas presas. Tem que construir presídios, não interessa para o governo”, diz.

Já Dirceu Rodrigues Alves Jr, da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), acredita que a única solução é a tolerância zero de álcool no trânsito. “Essa legislação realmente facilita o diagnóstico. O bafômetro passa a ser usado como fator de negativa do álcool, ou seja, o motorista vai soprar para provar que não ingeriu álcool. Mas tudo fica alterado com a bebida, atenção, concentração, raciocínio, respostas, reflexos, visão, audição. Teria que proibir totalmente”, afirma.

Fonte: G1